Serviços

Diagnóstico e Exames

O sucesso de um tratamento se inicia pela realização de um diagnóstico correto. Pensando nisso, a CDI dispõe de diversos exames complementares para elucidação de diferentes doenças.

Diagnóstico e Exames

Exame Micológico

Este exame é utilizado para a identificação dos fungos que causam micoses.

Compreende o exame micológico direto e a cultura. No exame micológico direto, o material é submetido diretamente a exame e o resultado, dependendo da visualização ou não do fungo, pode ser positivo ou negativo. Na cultura, o material é colocado num meio que permitirá o crescimento do fungo e sua identificação.
Os fungos causadores das micoses superficiais da pele podem ser encontrados em animais (zoofílicos) como cães e gatos, no solo (geofílicos) ou em outras pessoas (antropofílicos).

Para um bom diagnóstico micológico é fundamental uma boa colheita do material a ser examinado.
Para a coleta do raspado do material na unha é importante que se evite o uso de medicamentos e de esmaltes por um período de no mínimo 15 dias, afim de se evitar a ocorrência de resultados falso negativos.

Exame Bacteriológico

Exames bacteriológicos são utilizados para identificar diversos agentes causadores de doenças infecciosas da pele, como nas doenças sexualmente transmissíveis e infecções.

Exame Histopatológico

Chamamos biópsia à colheita do material (um pequeno fragmento de pele) que será submetido ao exame histopatológico (exame ao microscópio).
Na prática usa-se o termo biópsia significando também o exame histopatológico.

O exame histopatológico ajuda a se chegar ao diagnóstico correto, o que é fundamental para se escolher o tratamento e se estabelecer um prognóstico (evolução e tempo de cura de uma doença).

Este exame é indispensável para o diagnóstico de tumores benignos ou malignos de pele, mas é também, muitas vezes, imprescindível nas doenças de pele inflamatórias ou degenerativas (não tumorais).

Em outras palavras, o dermatologista lança mão da biópsia, com freqüência, para chegar ao diagnóstico preciso de doenças que nada têm a ver com câncer.

E é nestes casos que o Histopatologista de pele se diferencia do Patologista geral.

Ele é um especialista em dermatologia clínica e em patologia de pele e, portanto, mais capacitado a ajudar o Dermatologista, que solicitou o exame, a chegar ao diagnóstico.

Exame histopatológico por congelamento durante a cirurgia

O exame histopatológico é realizado durante o ato cirúrgico através do congelamento do tumor excisado.

Sua principal vantagem é a certeza da cura total mesmo antes do término da cirurgia.
Está indicado principalmente para o controle de margens de tumores cutâneos como o carcinoma basocelular e espinocelular.

Dermatoscopia Digital

É um exame complementar ao exame clínico que possibilita o diagnóstico mais preciso das lesões cutâneas pigmentadas. Com o uso da Dermatoscopia o médico pode optar pelo acompanhamento ou pela biopsia de uma lesão suspeita com muito mais segurança. Entretanto, a Dermatoscopia não substitui a biopsia e o exame histopatológico.

O objetivo primordial da Dermatoscopia é o diagnóstico precoce do melanoma. Muitas vezes uma lesão pigmentada da pele começa a chamar a atenção apenas quando atinge um tamanho significativo (acima de 6,0mm) ou quando já apresenta algum sintoma como sangramento, dor ou ulceração. Através da Dermatoscopia o médico é capaz de identificar lesões com tamanho a partir de 1,5mm de diâmetro, o que possibilita o tratamento de lesões muito iniciais, com melhor prognóstico.

Além do diagnóstico precoce do melanoma, a Dermatoscopia faz com que biopsias desnecessárias não sejam realizadas e evita dessa maneira cicatrizes por vezes inestéticas sem que haja real necessidade.

O exame dermatoscópico não é invasivo, é indolor e demora cerca de 15 a 20 minutos para ser realizado, de acordo com a quantidade de lesões do paciente. Durante o exame é possível a captação das imagens através de uma câmera digital, o que permite a análise computadorizada das lesões e o armazenamento, visando o acompanhamento futuro. O intervalo entre os exames é determinado pelo médico solicitante.

Dermatoscopia do couro cabeludo

Para o diagnóstico e tratamento da evolução da calvície e queda de cabelos em homens e mulheres. Através da dermatoscopia capilar é possível avaliar a densidade capilar e a variação de diâmetro das hastes foliculares possibilitando um diagnóstico mais preciso e um parâmetro real para acompanhamento do tratamento.

É um exame não invasivo e seus dados podem ser avaliados em conjunto com o tricograma para uma melhor orientação terapêutica.

Tricograma

Os cabelos não crescem indefinidamente. O folículo piloso, responsável pela formação do cabelo, possui um ciclo. A fase de crescimento (anágena) dura aproximadamente 6 a 8 anos. Em seguida, ocorre uma breve fase de involução (catágena), seguida da fase de repouso (telógena) que dura aproximadamente 4-6 meses.

No couro cabeludo normal 85% dos fios encontram-se na fase de crescimento e aproximadamente 15% na fase de repouso, o que representa uma queda diária de 50 a 100 fios.
O objetivo do tricograma é fornecer de maneira aproximada em que fase do ciclo folicular se encontram os cabelos. O exame é realizado com o arrancamento de 80 a 100 fios do couro cabeludo, seguida da análise microscópica dos bulbos capilares.

É importante ressaltar que a coleta dos fios é indolor e não causa uma perda permanente dos cabelos arrancados. O ideal é que o paciente não lave o couro cabeludo pelo menos 2 dias antes do exame.
Mais recentemente, a dermatoscopia capilar vem sendo realizada em conjunto com o tricograma para elucidação da queda de cabelos.

Testes Alérgicos

Para o diagnóstico e tratamento das doenças alérgicas, a CDI dispõe de testes alérgicos e tratamento vacinoterápico.

Testes:

  • Alimentares
  • Contato
  • Bacterianos
  • Micóticos
  • Inalantes
  • Avaliação imunológica